Blog

Mitos e verdades sobre a Ressonância Magnética

TELEIMAGEM-BLOG-mitos-verdades

A Ressonância Magnética é considerada um dos métodos que mais evoluiu ao longo dos anos. Isso se pensarmos nos avanços tecnológicos referentes aos diagnósticos feitos por imagem.

Trata-se de um exame indispensável para a maioria das especialidades médicas, contribuindo para identificar lesões profundas e articulares, tumores, doenças degenerativas, ortopédicas, neurológicas e cardiovasculares com mais precisão, o que muitas vezes não acontece por meio da radiografia.

Entretanto, existem muitas dúvidas em relação ao exame. Por isso, vamos desvendar alguns mitos e verdades sobre a ressonância magnética.

– A Ressonância Magnética usa radiação?

Não. Ao contrário das radiografias e tomografia computadorizada, a Ressonância Magnética não utiliza componentes radioativos. Porém, por se tratar de um exame com um potente campo eletromagnético há alguns cuidados específicos a serem seguidos, como por exemplo, a retirada de joias e objetivos metálicos antes do procedimento. Além disso, o exame pode ser realizado por grávidas acima de 12 semanas.

– O exame é indicado para diagnosticar lesões esportivas?

Lesões musculoesqueléticas são comuns em atletas ou pessoas que praticam atividades físicas, especialmente lesões no joelho. A Ressonância Magnética é o exame essencial na Medicina Esportiva, uma vez que, oferece a melhor definição de imagem em toda radiologia, pois nos demonstra com clareza e precisão estruturas como meniscos, ligamentos, cartilagem e tendões. Com isso, o método torna-se uma excelente opção para auxiliar no diagnóstico definitivo da lesão do atleta. Confira o livro de um dos nossos médicos radiologistas sobre este assunto.

Pessoas com claustrofobia não podem realizar o exame?

É comum pessoas claustrofóbicas sentirem algum tipo de desconforto ao realizar o exame. A maioria dos equipamentos possuem estrutura estreita, no qual o paciente precisará permanecer por alguns minutos.

Entretanto, existem algumas técnicas que podem minimizar a sensação considerada aterrorizante de “estar sufocado”. Por exemplo, deixar o queixo apoiado por um travesseiro, para visualizar a abertura do aparelho.

Caso o paciente seja extremamente claustrofóbico, o ideal seria realizar o exame sob sedação.

Comentários